A polícia da cidade de Urbandale, no Iowa, afirmou que o corpo de Paul Gray, baixista da banda Slipknot, foi encontrado morto em um quarto de hotel. A informação é do jornal local “KCCI”.
O corpo de Gray foi encontrado por volta das 11h da manhã (horário local) desta segunda (24) no hotel Marriott da cidade. Não há sinais de crime, mas a polícia diz que fará uma investigação completa das razões da morte do músico. O corpo do baixista vai passar por uma autópsia e exame toxicológico.
Paul Gray, 38 anos, morava na cidade de Des Moines, no Iowa. Ele era casado e sua mulher, Brenna Paul, está grávida do primeiro filho do casal. O músico é um dos membros fundadores da banda de heavy metal Slipknot, famosa por se apresentar com máscaras no rosto.
Estilo e extravagância, combinados com muito FUNK!!!
T.M. Stevens esta de volta ao Brasil e se apresentará no Bourbon Street em São Paulo no dia 01 de junho.
Com certeza vale a pena conferir o show desse baixista de renome que ao longo dos anos ja tocou com estrelas como Steve Vai, Cindy Lauper, Little Steven, Tina Turner, Billy Joel e que ja foi um membro do The Pretenders!
Ele apresenta seu projeto solo que mistura funk com rock, metal, musicas africanas e traz um som único e particular como seu visual.
“O importante é que todas as músicas vieram de meu coração, coragem e raízes.”T.M. Stevens.
Para compras antecipadas até o dia 28/05 R$65,00
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Falar de Marcus Miller é muito fácil, não somente pelo simples fato de ser admirador do seu trabalho, mas também por sua contribuição musical que vai além apenas do cenário jazzístico atingindo todos que admiram música de qualidade e bom gosto alicerçado em muita técnica e sofisticação.
Nascido no Brooklyn, NY em 1959 Marcus começou a se interessar por música através da influência de sua própria família. Marcus teve como mentor o seu pai que na época era organista e diretor do coro da igreja onde freqüentavam e o extraordinário pianista Wynton Kelly que fez parte da banda de Miles Davis no final dos anos 50 e começo dos anos 60.
Aos 13 anos Miller começou sua vida precoce na música e aprendeu a tocar clarinete, piano, baixo e guitarra e num piscar de olhos já estava compondo suas próprias canções. Graças a Deus aos quinze anos sua paixão pelo contra-baixo se aflorou e começou a trabalhar regularmente com várias bandas em NY e escrevendo músicas para o flautista Bobbi Hunphrey e para o tecladista Lonnie Liston Smith.
Miller se tornou um dos melhores baixista de NY possuindo em seu currículo mais de 400 registros de gravações com artistas de estilos absolutamente diversos. Marcus gravou com Aretha Franklin, Roberta Flack, Grover Washington Jr., Bob James e David Sanborn, Joe Sample, McCoy Tyner, Mariah Carey, Bill Withers, Elton John, Bryan Ferry, Frank Sinatra, e LL Cool J entre outros.
Em 1981 se juntou ao seu grande ídolo de infância o extraordinário e lendário trompetista Miles Davis. Em sua biografia oficial Marcus diz: “Ele(Miles Davis) não se contentava com qualquer coisa medíocre“ o que segundo Marcus foi o que mais o ajudou a desenvolver seu estilo. “Miles dizia que você precisa ser honesto sobre quem você é o que você faz, se seguir isso não terá problemas“, lembra Miller.
Miller e Miles -Tutu
Depois de algum tempo Marcus voltou sua atenção para a produção e ajudou o incrível saxofonista David Sanborn a ganhar o Grammy começando assim uma parceria que levaria Miller a produzir vários outros discos do saxofonista levando-o a ganhar novamente o Grammy Inside em 2000 com o disco Close Up, Upfront. Ele também produziu Al Jarreau, os cruzados, Wayne Shorter, Take 6, Chaka Khan, e Kenny Garrett, Luther Vandros voltando a colaborar com Miles Davis novamente em 86 produzindo o álbum Tutu.
Depois de passar muitos anos como produtor e músico de sessão, Miller focou em sua carreira solo e lançou em 1993 o albúm The Sun Don’t Lie e dois anos depois nos presenteou com o álbum Tales. Após anos de turnês atendendo aos apelos dos fãs, Live & More foi lançado em 1997 com uma das canções que mais gosto “Panther“ absolutamente incrível!
Em M2 (“M ao quadrado”) que é seu primeiro lançamento do novo milênio levou Miller a ganhar o Grammy 2001 de Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo e foi selecionado como um dos 10 melhores CDs do ano. Marcus Miller tem um som com muito estilo e personalidade, um funck puro e abolutamente cru que só ele é capaz de fazer!
Nos últimos anos, Miller também voltou sua atenção para trilhas sonoras, compondo para a House Party (Martin Lawrence), Boomerang (Eddie Murphy e Halle Berry), Siesta (Ellen Barkin), Ladies Man “(Tim Meadows), e A Brothers (Morris Chestnut e DL Hughley) e Deliver Us From Eva (LL Cool J). Ele escreveu e produziu o sucesso da velha escola, “Da Butt” para a trilha sonora de Spike Lee, Daze School.
Miller também fez músicas para o público infantil onde foi usado o jazz para contar histórias. (Como eu gostaria que isso existisse no Brasil!)
“Eu gosto de manter as coisas equilibradas, que combina R & B, jazz, funk. Continuo sempre em busca de desafios para crescer e melhorar” diz Marcus Miller.
Caros amigos, não se trata da hipocrisia do ”politicamente correto”. Essas minas não estão pra brincadeira e eu torço cada dia mais pra que surjam milhares delas.
Além da sensibilidade feminina na hora de tocar, essas mulheres melhoram muito o visual do mundo dos graves! Ou vocês preferem olhar pra cara do MESTRE Celso Pixinga???(rs)
Vou pesquisar e sempre que possível trazer uma baixista nova pra diversificar e prestigiar essas mulheres que merecem muito mais!
Hoje vou falar um pouco sobre uma baixista australiana!
Tal Wilkenfeld
Essa baixista de 22 anos começou tocando guitarra profissionalmente e migrou para o baixo aos 17 anos. Chamada de ”A estrela ascendente do baixo” Tal diz ter descoberto sua vocação no baixo e realmente começou a se projetar no cenário musical nos EUA.
Tal começou a se apresentar como sideman e bandleader, chegando a tocar com Russell Ferrante, Kenwood Dennard, Leni Stern e muitos outros.
Em 2006 com apenas 20 anos Tal compôs, gravou e produziu o seu primeiro cd solo intitulado ”Transformação” onde com certeza mostrou pra que veio!
Com apenas 21 anos essa garotinha acompanhou o grande Chick Corea em sua passagem pela Austrália e apenas um mês depois, o lendário guitarrista Jeff Beck pediu-lhe para se juntar a ele na sua turnê pela Europa. O ”passeio” culminou com Jeff Beck e Eric Clapton no palco.
É claro que foi considerada como o destaques do show e nossa ”garotinha” foi projetada de uma vez por todas no cenário musical.
Quatro meses depois, Jeff convidou Tal para realizar com ele uma série de shows em Londres, onde Eric Clapton e Joss Stone participaram. Este concerto foi gravado e saiu em CD em novembro de 2008 como ”Live at Ronnie Scott’s”.
Tal tocou em londres com o lendário baterista Vinnie Colaiuta em londres e mostrou que realmente não esta pra brincadeira!!!
Confira sua aparição no Crossroads Festival 2007 e se delicie.
É isso ai! Espero que tenham gostado, porque eu gostei muito. Até a próxima!
Widely hailed as “the rising star of the bass guitar,” Tal Wilkenfeld first picked up guitar at the age of 14, in her native Sydney, Australia. She soon realized her passion and decided to pursue music professionally in the United States. After a year of studying guitar in Los Angeles, Tal found her true calling, and switched to the bass. It didn’t take long for the 17-year-old prodigy to get noticed; after playing bass for only a few months, famed luthier Roger Sadowsky heard her play and immediately offered her an endorsement with Sadowsky Guitars.
Very quickly, Tal started performing as a sideman and bandleader, playing with the likes of Russell Ferrante, Kenwood Dennard, Hiram Bullock, Jeff “Tain” Watts, Leni Stern, Susan Tedeschi, and the Allman Brothers Band.
In May 2006, Tal recorded her first solo album, “Transformation.” She was 20, and had been playing bass for only three years. As well as demonstrating her prowess on bass, Tal also composed, arranged, and produced the album. The CD, which was released in 2007, features guitar savant Wayne Krantz (one of Tal’s musical mentors), Geoff Keezer, Keith Carlock and Seamus Blake. It has been widely acclaimed by critics and music fans all over the world, with Bass Player magazine noting, “On her aptly-titled, vibrant debut, Wilkenfeld displays a writing depth and musical presence to complement the buzz about her dynamic-yet-discerning bass approach. Tal has a natural gift for writing in odd meters while retaining an indelible sense of melody and groove. Make no mistake, this lass is poised to soar.”
On the heels of “Transformation,” some big breaks came Tal’s way. At just 21, she accompanied jazz giant Chick Corea on his tour of Australia. One month later, guitar legend Jeff Beck asked her to join him on a European Summer Tour. The Beck tour culminated at Eric Clapton’s Crossroads Festival, where Jeff featured Tal with a blistering solo on “Cause We’ve Ended as Lovers.” Many regard this as one of the highlights of the show. That track, along with “Big Block,” are featured on the DVD “Crossroads Guitar Festival 2007.”
Four months later, Jeff asked Tal to perform with him on a series of shows in London, where they were joined by special guests Eric Clapton and Joss Stone. This concert was recorded and came out on CD in November 2008 as “Performing This Week…Live at Ronnie Scott’s.” Upon arriving in England, Herbie Hancock heard that Tal and Vinnie Colaiuta were going to be in London playing with Jeff, and asked them both to join him on a session with fellow jazz icon Wayne Shorter, which was filmed for the A&E TV series “Live from Abbey Road.” Singer Corinne Bailey Rae was also featured on the session.
Tal wrapped up 2007 via a pair of standing-room-only Greenwich Village gigs with Wayne Krantz. She also accompanied Wayne on gigs in L.A., and then embarked on a tour of Australia in the fall of ’08, with Wayne and Keith Carlock–a reunion of the core band who appeared on “Transformation.” At the conclusion of the tour, Wayne and Keith, along with John Beasley, backed Tal during her headlining set for Bass Player Live 2008, at the Key Club on Sunset Boulevard. Elsewhere, in July 2008, Tal accompanied Jeff Beck at the Grammy’s Tribute to George Martin concert in L.A. Most recently, she was invited by Warren Haynes to participate in his 20th Annual Christmas Jam, in Asheville, North Carolina. There, she performed with the Allman Brothers Band, Gov’t Mule, Ivan Neville, and Robben Ford.
As a final “star on the tree,” Tal was voted “The Year’s Most Exciting New Player” in Bass Player’s 2008 Readers Choice Awards. Perhaps Tal’s remarkable musical gift is best summed up by Jeff Beck, who enthused, “What can I say about Tal Wilkenfeld? How does one describe an astonishing talent? The answer is, you don’t. You listen, and watch, as 45,000 people did in Chicago at the Crossroads Festival 2007. I have witnessed special moments in my time, but to see all those “dyed-in-the-wool’” blues fanatics and guitar freaks go berzzzzerk half way through her solo left me emotional, and that is an understatement. The word proud is barely adequate.”
Ta ai uma dupla que eu pagaria pra ver tocando de verdade!!! Na minha humilde opinião os dois arregaçam e se fosse de verdade a química com certeza ia rolar!!!
Essa semana o Centro Cultural São Paulo traz umaorquestra diferente composta por cinco integrantes de um único instrumento. De uma maneira divertida eles exploram ao máximo a versatilidade dos timbres do contrabaixo e trazem em seu repertório composições originais e arranjos próprios de alguns compositores como Mozart, Villa-Lobos, Tom Jobim e Edu Lobo.
A Orquestra de Contrabaixos Tropical tem se apresentado em diversos teatros, SESCs da grande São Paulo e interior paulista. Alem de ter participado também como grupo convidado em 2005 do XIII Festival de Música Instrumental da Bahia, Projeto Desorquestras, Mostra Brasileira de Música Cênica e ainda na Mostra de Música Instrumental em Araraquara, dividindo a programação com importantes grupos e músicos brasileiros, tais como, Uakti, Banda Mantiqueira, Duo Fel, Wagner Tiso, César Camargo Mariano e Nana Vasconcelos.
Composta pelos músicos: Alex Robert Heinrich, Gustavo Mazon Fineis, Ivan Gomes, Tiago Di Salvo Pallone e Tibô Delor
Onde: Centro Cultural São Paulo – Jardim Suspenso (lado Av. 23 de Maio)
Endereço: Rua Vergueiro, 1.000 – Paraíso – São Paulo/SP
Dia: 30/10 – sexta-feira – às 20hsOBS: A bilheteria será aberta com duas horas de antecedência.Mais informações: Tel.: (11) 3397-4055
Primeiramente gostaria de dizer que lojinha de cd não é uma boa opção na hora de comprar. Dificilmente você vai encontrar alguém que entenda de instrumentos e você nunca tem a disponibilidade de testar o equipamento.
Faça um teste bem feito do seu instrumento e amp ainda na loja, sem esquecer de testar todas as freqüências (agudo, médio, grave). Cuidado ao comprar o equipamento que esta sendo usado na exposição (vitrine).
Na hora de comprar seu baixo você vai notar que o vendedor vai querer plugar você em um amp animal. Não adianta nada testar o baixo em um ampeg ou hartke de 500w se na hora de fazer um som você tiver um amp muito inferior. Procure testar em um amp mais próximo do que você possui, pois com certeza você terá menos surpresas na ‘’HORA DO VÂMO VÊ’’.
Instrumentos com melhor qualidade ajudam muito no desenvolvimento do músico e são mais fáceis de vender sem perder muita grana caso queira trocá-lo mais pra frente.
OBS: ATENÇÃO, nem sempre um baixo ou amp caro é sinal de qualidade.
Amps com cones de papel ou alumínio pode ser uma questão de preferência/estilo, mas no geral os cones de alumínio possuem um timbre mais definido nas freqüências mais agudas.
Cabos blindados realmente são melhores, pois diminuem os ruídos e interferências, porém são bem mais caros que os convencionais custando geralmente acima de 70,00. O custo/benefício desses cabos deve ser levado em consideração, mas um cabo comum se for bem conservado não vai trazer problemas sérios.
Encordoamento barato não é um bom negócio, pois além da questão da qualidade sonora elas perdem rapidam
ente o níquel e acredite o som não vai sair. Receitinha: Se suas cordas perderem o brilho, ferva em uma panela com água misturada com 50ml de vinagre. Já testei e ajuda quando não a tempo de comprar uma nova.
E pra terminar, como a escolha do instrumento é uma questão de gosto pessoal, segue abaixo foto de um bass customizadíssimo!!! ANIMAL ein?
É isso aí! Em breve vou trazer dicas sobre como conservar e fazer a manutenção do seu BASS!!!
Os músicos Celso Pixinga e Ney Neto estiveram, em junho de 2009, no “New Hampshire Bass Fest” nos Estados Unidos. Lá conheceram o baterista Tom Arey e o guitarrista e baixista Everett Pedleton, ambos professores da Berklee School. Ainda durante o festival, os quatro músicos se reuniram para uma jam session. Juntos, perceberam que havia uma “química” e naturalmente surgiu a ideia de gravar um CD aqui no Brasil. Na formação do quarteto – que se apresenta pela primeira vez no país – dois contrabaixos, bateria e guitarra misturando a música brasileira com a música americana.
Sesc Pompéia dia 30/10, sexta-feira às 21hs.
Nâo recomendado para menores de 12 anos.
R$ 16,00
[inteira]
R$ 8,00
[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00
[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Flea investe em um produto direcionado a um público diferenciado e claro com menor concorrência. Consequentemente se torna um bom nvestimento do renomado baixista da Red Hot Chili Peppers, mas também é uma mão na roda para os iniciantes do mundo dos graves.
Segundo palavras do ilustre baixista no site de sua nova empresa, ”esse baixo não é brinquedo. Se trata de um instrumento sério que toca lindamente e que vai evoluir ainda mais com o tempo”.
Um baixo com ótimo custo/benefício sem perder a qualidade. Esses FleaBass Model 32 vêm em 4 cores padronizadas e para as mãozinhas pequenas e crianças também disponível em escala curta (30 polegadas).